América Latina: Se suicidó el hijo mayor de Fidel Castro, según la prensa oficial de Cuba

Castro Díaz-Balart, el único hijo nacido del matrimonio del ex-presidente cubano con Mirtha Díaz-Balart y al que en la isla se conocía popularmente como “Fidelito”, se encontraba bajo un “estado depresivo profundo” desde hace varios meses, informó la televisión estatal de la isla

El primogénito del fallecido ex presidente cubano Fidel Castro, Fidel Castro Díaz-Balart, de 69 años, murió hoy en La Habana, aparentemente por suicidio, informó la televisión estatal de la isla.

Castro Díaz-Balart, el único hijo nacido del matrimonio de Fidel Castro con Mirtha Díaz-Balart y al que en la isla se conocía popularmente como “Fidelito”, se encontraba bajo un “estado depresivo profundo” desde hace varios meses, según la misma fuente.

Periodistas locales, como la conocida reportera y activista Yoani Sánchez, confirmaron la noticia en Twitter.

La televisión oficial acaba de anunciar que se suicidó Fidel Castro Díaz-Balart, el primogénito de Fidel Castro. 

El fallecido, físico nuclear, era asesor científico del Consejo de Estado de Cuba, máximo órgano de gobierno de la isla, y vicepresidente de la Academia de Ciencias del país caribeño.

Noticia en desarrollo.

Agencia Prensa Latina/Cuba

Atentado com caminhões-bomba deixa ao menos 230 mortos na Somália; mais de 350 pessoas estão feridas

A maioria dos mortos eram civis, principalmente vendedores ambulantes. Foto: Feisal Omar/Reuters

O atentado com dois caminhões-bomba cometido no sábado, (14) por supostos integrantes do grupo jihadista Al Shabab na capital da Somália, Mogadíscio, matou ao menos 231 pessoas e deixou mais de 350 feridas.

Os hospitais, escassos de medicamentos e sangue, estão superlotados de feridos. O ataque ao Safari Hotel e a um movimentado mercado da cidade é o pior já ocorrido na história do país com base no balanço de mortos, que ainda pode aumentar.

De acordo com a imprensa somali, a maioria dos mortos eram civis, principalmente vendedores ambulantes. Por enquanto, embora a mídia local e analistas considerem certo que Al Shabab está por trás do atentado, o grupo ainda não reivindicou a autoria do ocorrido.

Al Shabab, que em 2012 se filiou à rede internacional da Al Qaeda, controla parte do território no centro e no sul do país e tenta instaurar um Estado islâmico wahabista na Somália.

O país vive em estado de guerra e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, o que deixou o país sem um governo efetivo e em mãos de milícias radicais islâmicas, senhores da guerra que respondem aos interesses de um clã determinado e grupos armados.

EFE/AP

Governador da Califórnia visita área de incêndio; número de mortos sobe para 38

O governador do Estado norte-americano da Califórnia, Jerry Brown, visitou na tarde deste sábado (14) regiões atingidas pelos incêndios florestais que se propagam pelo Estado desde o começo da semana. Brown foi acompanhado pelos senadores Dianne Feinstein e Kamala Harris. Brown declarou jamais ter visto um incêndio tão destrutivo e mortal.

“É uma das maiores tragédias que a Califórnia já enfrentou”. Na ocasião, Brown disse a moradores que o perigo ainda existe e pediu que deixassem a área caso fossem solicitados.

Autoridades do Estado que continuam buscando 300 pessoas desaparecidas, das quais 220 são do condado de Sonoma e 74, de Napa.

Neste sábado pela tarde, três outras mortes foram reportadas. Com isso, o número total de mortos no incêndio subiu para 38.

Até sexta-feira (13), 5.700 casas e prédios tinham sido destruídos e cerca de 90 mil pessoas se deslocado de suas residências. Neste sábado, um número ainda não computado de estruturas foi destruído em uma área rural do Estado, de acordo com um porta-voz do Departamento de Florestas e Proteção contra Incêndios da Califórnia.

Associated Press

Terremoto de 7,1 graus mata mais de cem no México

Número de vítimas ainda é incerto. Foto: Yuri Cortez | AFP

Um terremoto de 7,1 graus sacudiu o México nesta terça-feira, 19, deixando ao menos 138 mortos no centro do país, segundo os primeiros informes das autoridades locais, enquanto continua o resgate em vários edifícios que desabaram, exatamente no 32º aniversário do tremor que destruiu a capital.

“Um total de 138 pessoas lamentavelmente perderam a vida: 36 na Cidade do México, 29 em Puebla, 64 em Morelos e nove no Estado do México”, disse à rede Televisa Luis Felipe Puente, diretor-geral da Defesa  Civil.

Os trabalhos de resgate continuam em vários edifícios que desmoronaram, onde se teme que haja dezenas de pessoas presas nos escombros.

Segundo a Prefeitura da Cidade do México, são pelo menos 49 os prédios que desabaram nas zonas do centro e do sul da capital.

O sismo ocorreu no dia em que se completam 32 anos do terremoto de 8,1 graus que deixou mais de 10.000 mortos em 1985 e reduziu a ruínas amplos setores da capital.

“Não é possível que tenha sido também em 19 de setembro!” – disse à AFP entre soluços Amalia Sánchez, secretária de 45 anos.

Mapa mostra onde ocorreu o terremoto. Foto: Reprodução | Twitter

O presidente Enrique Peña Nieto, que estava fora da Cidade do México, voltou à capital para coordenar os trabalhos de resgate.

“Estamos retornando neste momento (…) Veem-se imagens de desabamentos, de vários prédios colapsados (…) Tememos uma emergência na Cidade do México”, disse o presidente pouco antes de aterrissar em um aeroporto militar da capital.

O aeroporto internacional da Cidade do México suspendeu as operações durante três horas.

O sismo desta terça-feira ocorreu às 13h14 locais (15h14 de Brasília). O epicentro localizou-se entre os estados de Puebla e Morelos, perto da capital.

De Nova York, onde participa da Assembleia Geral da ONU, o presidente americano, Donald Trump, expressou apoio ao vizinho do sul, em cuja fronteira prometeu construir um muro separando os dois países, uma de suas mais controversas promessas de campanha.

“Que Deus abençoe o povo do México. Estamos com vocês e estaremos lá para ajudá-los”, escreveu no Twitter Trump, que mantém péssimas relações com o México e foi muito criticado por demorar dias em transmitir suas condolências após o terremoto no sul do país, que deixou quase uma centena de mortos no início do mês.

O sismo desta terça-feira ocorreu às 13h14 locais (15h14 de Brasília). O Instituto Sismológico do México havia estimado inicialmente o sismo em 6,8 para depois revê-lo a 7,1, teve seu epicentro localizado a 55 km da cidade de Puebla, perto da capital.

O Centro Geológico dos Estados Unidos (US Geological Survey) também estimou a magnitude do tremor em 7,1.

Desabamento

Na Cidade do México, na esquina da Alvaro Obregón e Medellín uma clínica de medicina alternativa de cinco andares desabou quase por completo.

Três feridos foram resgatados entre os escombros, enquanto voluntários procuravam mais pessoas. “Tem gente presa!”, gritava uma mulher.

No bairro Roma, uma escola desmoronou, esmagando pelo menos dois carros.

“Chegamos ao colégio e todo mundo [estava] chorando, todo mundo [ficou] desesperado e as crianças [ficaram] agarradas a uma corda”, contou à AFP Jorge López, de 49 anos, que estava com os filhos de 6 e 3 anos.

O aeroporto da Cidade do México suspendeu as operações, informaram as autoridades em sua conta no Twitter.

Enquanto isso, funcionários da Defesa Civil advertiam a população para o risco de vazamento de gás.

“Não fumem! Há vazamentos de gás!”, gritavam os socorristas, enquanto corriam pelas ruas na região de Roma Norte.

“Estou consternada, não consigo conter o choro, é o mesmo pesadelo de 1985”, disse à AFP, entre lágrimas, Georgina Sánchez, de 52 anos, chorando em uma praça da Cidade do México.

Na praça Cibeles, crianças com crise de pânico foram evacuadas da escola, enquanto os pais, angustiados, as buscavam em meio à multidão, constatou um jornalista da AFP.

“Estava caminhando pela (rua) Colima e as janelas começaram a se mexer. Vi as pessoas correndo, começaram a gritar. Ficou muito feio. Não queria me aproximar de nenhuma árvore. Tive que me jogar no chão”, contou Leiza Visaj Herrera, de 27 anos.

“Foi bastante forte. Os edifícios começaram a se mexer. As pessoas estão muito nervosas. Vi uma senhora que desmaiou”, contou Alfredo Aguilar, de 43 anos.

Em 7 de setembro passado, um terremoto de magnitude 8,1, o mais forte em um século no México, deixou 96 mortos e mais de 200 feridos no sul do país, especialmente nos estados de Oaxaca e Chiapas.

Em 19 de setembro de 1985, outro terremoto matou mais de 10.000 pessoas na Cidade do México.

Na manhã desta terça-feira, as autoridades tinham feito uma simulação de sismo.

A Cidade do México conta com um sistema de alertas que se ativa um minuto antes do sismo, mas jornalistas da AFP disseram que desta vez o alerta só foi ouvido no mesmo momento em que se sentiu o tremor.

Por Agência AFP