Papa Francisco escreve hoje (20) carta inedita sobre abuso sexual na Igreja Católica; Leia texto na íntegra

Foto: Stefano Rellandini/Reuters

«Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele» (1 Co 12, 26). Estas palavras de São Paulo ressoam com força no meu coração ao constatar mais uma vez o sofrimento vivido por muitos menores por causa de abusos sexuais, de poder e de consciência cometidos por um número notável de clérigos e pessoas consagradas. Um crime que gera profundas feridas de dor e impotência, em primeiro lugar nas vítimas, mas também em suas famílias e na inteira comunidade, tanto entre os crentes como entre os não-crentes. Olhando para o passado, nunca será suficiente o que se faça para pedir perdão e procurar reparar o dano causado. Olhando para o futuro, nunca será pouco tudo o que for feito para gerar uma cultura capaz de evitar que essas situações não só não aconteçam, mas que não encontrem espaços para serem ocultadas e perpetuadas. A dor das vítimas e das suas famílias é também a nossa dor, por isso é preciso reafirmar mais uma vez o nosso compromisso em garantir a protecção de menores e de adultos em situações de vulnerabilidade.

1. Um membro sofre?

Nestes últimos dias, um relatório foi divulgado detalhando aquilo que vivenciaram pelo menos 1.000 sobreviventes, vítimas de abuso sexual, de poder e de consciência, nas mãos de sacerdotes por aproximadamente setenta anos. Embora seja possível dizer que a maioria dos casos corresponde ao passado, contudo, ao longo do tempo, conhecemos a dor de muitas das vítimas e constamos que as feridas nunca desaparecem e nos obrigam a condenar veementemente essas atrocidades, bem como unir esforços para erradicar essa cultura da morte; as feridas “nunca prescrevem”. A dor dessas vítimas é um gemido que clama ao céu, que alcança a alma e que, por muito tempo, foi ignorado, emudecido ou silenciado. Mas seu grito foi mais forte do que todas as medidas que tentaram silenciá-lo ou, inclusive, que procuraram resolvê-lo com decisões que aumentaram a gravidade caindo na cumplicidade. Clamor que o Senhor ouviu, demonstrando, mais uma vez, de que lado Ele quer estar. O cântico de Maria não se equivoca e continua a se sussurrar ao longo da história, porque o Senhor se lembra da promessa que fez a nossos pais: «dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias» (Lc 1, 51-53), e sentimos vergonha quando percebemos que o nosso estilo de vida contradisse e contradiz aquilo que proclamamos com a nossa voz.

Com vergonha e arrependimento, como comunidade eclesial, assumimos que não soubemos estar onde deveríamos estar, que não agimos a tempo para reconhecer a dimensão e a gravidade do dano que estava sendo causado em tantas vidas. Nós negligenciamos e abandonamos os pequenos. Faço minhas as palavras do então Cardeal Ratzinger quando, na Via Sacra escrita para a Sexta-feira Santa de 2005, uniu-se ao grito de dor de tantas vítimas, afirmando com força: «Quanta sujeira há na Igreja, e precisamente entre aqueles que, no sacerdócio, deveriam pertencer completamente a Ele! Quanta soberba, quanta autossuficiência!… A traição dos discípulos, a recepção indigna do seu Corpo e do seu Sangue é certamente o maior sofrimento do Redentor, o que Lhe trespassa o coração. Nada mais podemos fazer que dirigir-Lhe, do mais fundo da alma, este grito: Kyrie, eleison – Senhor, salvai-nos (cf. Mt 8, 25)» (Nona Estação).

2. Todos os outros membros sofrem com ele.

A dimensão e a gravidade dos acontecimentos obrigam a assumir esse facto de maneira global e comunitária. Embora seja importante e necessário em qualquer caminho de conversão tomar conhecimento do que aconteceu, isso, em si, não basta. Hoje, como Povo de Deus, somos desafiados a assumir a dor de nossos irmãos feridos na sua carne e no seu espírito. Se no passado a omissão pôde tornar-se uma forma de resposta, hoje queremos que seja a solidariedade, entendida no seu sentido mais profundo e desafiador, a tornar-se o nosso modo de fazer a história do presente e do futuro, num âmbito onde os conflitos, tensões e, especialmente, as vítimas de todo o tipo de abuso possam encontrar uma mão estendida que as proteja e resgate da sua dor (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 228). Essa solidariedade exige que, por nossa vez, denunciemos tudo o que possa comprometer a integridade de qualquer pessoa. Uma solidariedade que exige a luta contra todas as formas de corrupção, especialmente a espiritual «porque trata-se duma cegueira cómoda e autossuficiente, em que tudo acaba por parecer lícito: o engano, a calúnia, o egoísmo e muitas formas subtis de autorreferencialidade, já que “também Satanás se disfarça em anjo de luz” (2 Cor 11, 14)» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 165). O chamado de Paulo para sofrer com quem sofre é o melhor antídoto contra qualquer tentativa de continuar reproduzindo entre nós as palavras de Caim: «Sou, porventura, o guardião do meu irmão?» (Gn 4, 9).

Reconheço o esforço e o trabalho que são feitos em diferentes partes do mundo para garantir e gerar as mediações necessárias que proporcionem segurança e protejam à integridade de crianças e de adultos em situação de vulnerabilidade, bem como a implementação da “tolerância zero” e de modos de prestar contas por parte de todos aqueles que realizem ou acobertem esses crimes. Tardamos em aplicar essas medidas e sanções tão necessárias, mas confio que elas ajudarão a garantir uma maior cultura do cuidado no presente e no futuro.

Juntamente com esses esforços, é necessário que cada batizado se sinta envolvido na transformação eclesial e social de que tanto necessitamos. Tal transformação exige conversão pessoal e comunitária, e nos leva dirigir os olhos na mesma direção do olhar do Senhor. São João Paulo II assim o dizia: «se verdadeiramente partimos da contemplação de Cristo, devemos saber vê-Lo sobretudo no rosto daqueles com quem Ele mesmo Se quis identificar» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 49). Aprender a olhar para onde o Senhor olha, estar onde o Senhor quer que estejamos, converter o coração na Sua presença. Para isso nos ajudarão a oração e a penitência. Convido todo o Povo Santo fiel de Deus ao exercício penitencial da oração e do jejum, seguindo o mandato do Senhor[1], que desperte a nossa consciência, a nossa solidariedade e o compromisso com uma cultura do cuidado e o “nunca mais” a qualquer tipo e forma de abuso.

É impossível imaginar uma conversão do agir eclesial sem a participação activa de todos os membros do Povo de Deus. Além disso, toda vez que tentamos suplantar, silenciar, ignorar, reduzir em pequenas elites o povo de Deus, construímos comunidades, planos, ênfases teológicas, espiritualidades e estruturas sem raízes, sem memória, sem rostos, sem corpos, enfim, sem vidas[2]. Isto se manifesta claramente num modo anômalo de entender a autoridade na Igreja – tão comum em muitas comunidades onde ocorreram as condutas de abuso sexual, de poder e de consciência – como é o clericalismo, aquela «atitude que não só anula a personalidade dos cristãos, mas tende também a diminuir e a subestimar a graça batismal que o Espírito Santo pôs no coração do nosso povo»[3]. O clericalismo, favorecido tanto pelos próprios sacerdotes como pelos leigos, gera uma ruptura no corpo eclesial que beneficia e ajuda a perpetuar muitos dos males que denunciamos hoje. Dizer não ao abuso, é dizer energicamente não a qualquer forma de clericalismo.

É sempre bom lembrar que o Senhor, «na história da salvação, salvou um povo. Não há identidade plena, sem pertença a um povo. Por isso, ninguém se salva sozinho, como indivíduo isolado, mas Deus atrai-nos tendo em conta a complexa rede de relações interpessoais que se estabelecem na comunidade humana: Deus quis entrar numa dinâmica popular, na dinâmica dum povo» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 6). Portanto, a única maneira de respondermos a esse mal que prejudicou tantas vidas é vivê-lo como uma tarefa que nos envolve e corresponde a todos como Povo de Deus. Essa consciência de nos sentirmos parte de um povo e de uma história comum nos permitirá reconhecer nossos pecados e erros do passado com uma abertura penitencial capaz de se deixar renovar a partir de dentro. Tudo o que for feito para erradicar a cultura do abuso em nossas comunidades, sem a participação activa de todos os membros da Igreja, não será capaz de gerar as dinâmicas necessárias para uma transformação saudável e realista. A dimensão penitencial do jejum e da oração ajudar-nos-á, como Povo de Deus, a nos colocar diante do Senhor e de nossos irmãos feridos, como pecadores que imploram o perdão e a graça da vergonha e da conversão e, assim, podermos elaborar acções que criem dinâmicas em sintonia com o Evangelho. Porque «sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo actual» (Exort. ap.Evangelii gaudium, 11).

É imperativo que nós, como Igreja, possamos reconhecer e condenar, com dor e vergonha, as atrocidades cometidas por pessoas consagradas, clérigos, e inclusive por todos aqueles que tinham a missão de assistir e cuidar dos mais vulneráveis. Peçamos perdão pelos pecados, nossos e dos outros. A consciência do pecado nos ajuda a reconhecer os erros, delitos e feridas geradas no passado e permite nos abrir e nos comprometer mais com o presente num caminho de conversão renovada.

Da mesma forma, a penitência e a oração nos ajudarão a sensibilizar os nossos olhos e os nossos corações para o sofrimento alheio e a superar o afã de domínio e controle que muitas vezes se torna a raiz desses males. Que o jejum e a oração despertem os nossos ouvidos para a dor silenciada em crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais. Jejum que nos dá fome e sede de justiça e nos encoraja a caminhar na verdade, dando apoio a todas as medidas judiciais que sejam necessárias. Um jejum que nos sacuda e nos leve ao compromisso com a verdade e na caridade com todos os homens de boa vontade e com a sociedade em geral, para lutar contra qualquer tipo de abuso de poder, sexual e de consciência.

Desta forma, poderemos tornar transparente a vocação para a qual fomos chamados a ser «um sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano» (Conc. Ecum. Vat. II, Lumen gentium, 1).

«Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele», disse-nos São Paulo. Através da atitude de oração e penitência, poderemos entrar em sintonia pessoal e comunitária com essa exortação, para que cresça em nós o dom da compaixão, justiça, prevenção e reparação. Maria soube estar ao pé da cruz de seu Filho. Não o fez de uma maneira qualquer, mas permaneceu firme de pé e ao seu lado. Com essa postura, Ela manifesta o seu modo de estar na vida. Quando experimentamos a desolação que nos produz essas chagas eclesiais, com Maria nos fará bem «insistir mais na oração» (cf. S. Inácio de Loiola, Exercícios Espirituais, 319), procurando crescer mais no amor e na fidelidade à Igreja. Ela, a primeira discípula, nos ensina a todos os discípulos como somos convidados a enfrentar o sofrimento do inocente, sem evasões ou pusilanimidade. Olhar para Maria é aprender a descobrir onde e como o discípulo de Cristo deve estar.

Que o Espírito Santo nos dê a graça da conversão e da unção interior para poder expressar, diante desses crimes de abuso, a nossa compunção e a nossa decisão de lutar com coragem.

Francisco

Cidade do Vaticano, 20 de Agosto de 2018.

Memorial da vergonha

Por Juliano Ferreira

Iniciada na gestão de Joilton Francisco, enquanto presidente da Câmara de Irecê entre 2013 e 2014, o Memorial da Câmara nunca foi concluído e a obra está paralisada.

De acordo com dados do TCM-BA, o processo licitatório foi estimado em R$ 330.000,00 e a empresa que venceu o certame com a proposta de 329.929,73.

Deteriorado e diante da grave situação em que se encontra o memorial, a população de Irecê merece uma satisfação. Com a palavra Joilton Francisco.

Irecê: Líder do prefeito na Câmara ameaça abandonar grupo caso não seja eleito presidente

Por Juliano Ferreira

O líder do prefeito Elmo Vaz (PSB) na Câmara de Vereadores de Irecê, Tertinho (PTB) ameaça romper com o grupo do prefeito caso não seja eleito presidente da Câmara, de acordo com a apuração de IrecePress.

Membros do parlamento afirmam que projeto de lei que autoriza reeleição tem 80% de assinatura dos pares, ou seja, 12 dos 15 vereadores da Casa Legislativa.

 

Loteamentos em Irecê crescem desordenadamente

Por Juliano Ferreira

Os loteamentos em Irecê não passam mais pela aprovação na Câmara de Vereadores e o Município tem sido omisso sobre isso, de acordo com fontes ouvidas pela reportagem.

“O Ministério Público precisa ser acionado e deve tomar providências imediatamente, pois os munícipes estão sendo prejudicados com loteamentos sem água, energia e pavimentação”, disse um morador, dono de loteamento que não quis se identificar.

Com a palavra o prefeito Elmo Vaz e vereadores.

STM de Irecê cria vagas especiais para atender vidraçarias

Por Ascom Irecê

Foto: Ascom Irecê

 A Superintendência de Trânsito e Mobilidade (STM) de Irecê criou vagas especiais para atender as vidraçarias localizadas nas áreas onde existe zona azul no centro da cidade, para permitir que os funcionários desses estabelecimentos trabalhem com mais segurança e tranquilidade no transporte das folhas de vidro e outros materiais, que geram risco de acidentes.

A iniciativa partiu de diálogos estabelecidos entre a Prefeitura de Irecê, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio e STM, junto com os estabelecimentos que atuam no ramo. A partir da requisição da categoria, a STM negociou junto a SomaPark, empresa concessionária que cuida do sistema da Zona Azul no município, a criação das vagas especiais.

Das três vagas criadas, duas estão localizadas na Avenida Adolfo Moitinho: uma ao lado da Vitrine das Carnes e outra em frente a pizzaria Bella Pizza. A terceira vaga está na Avenida Caraíbas, nas imediações da Casas Freire.

“Nós fizemos essa negociação com a SomaPark, a partir da solicitação dos vidraceiros. Criar essas vagas faz todo o sentido, pois os profissionais que transportam esses materiais de vidro correm riscos diários no manuseio durante  cargas e descargas, de onde partem para fazer entregas diversas”, explica o superintendente municipal de trânsito, Ronaldo Miron.

Irecê: Prefeitura inicia obras de macrodrenagem e pavimentação no Loteamento Fernandes

Por Ascom Irecê

Foto: Ascom Irecê

Através do Programa Urbaniza Irecê, a Prefeitura deu início à colocação de manilhas para a tão esperada obra de macrodrenagem do Loteamento Fernandes. Ao todo serão cerca 1.800 metros de manilhas instaladas pelas ruas do bairro, sendo 1.400 metros oriundos de convênios e outros 400 metros feitos com recursos do município.

De acordo com o prefeito Elmo Vaz, a obra tem investimento no valor de R$2,1 milhões, oriundos de recursos do Ministério da Integração Nacional. “Agradeço a ajuda e empenho do deputado federal Antônio Imbassahy e do secretário Nacional de Assuntos Federativos, Paulo Câmara, na liberação dos recursos”, enfatizou Elmo Vaz.

Ainda segundo o prefeito, após esse serviço será iniciada a pavimentação asfáltica no local, instalação de meios-fios com acessibilidade garantida para todos os cidadãos, e sinalização horizontal e vertical. “Essa é uma demanda histórica do bairro que estamos resolvendo é um compromisso que estou cumprindo”.

Prefeitura de Irecê promove um festival de inaugurações, ordens de serviço e eventos culturais em celebração ao aniversário da cidade

Arte: Ascom

Por Ascom PMI

A Prefeitura de Irecê planejou uma extensa agenda de entrega de obras, além de autorizações e ordens de serviços, em comemoração ao aniversário da cidade. O cronograma de atividades começa no próximo dia 25 de maio e segue até o dia 20 de junho, véspera do início dos festejos de São João, e representa o grande esforço e cumprimento de várias metas de governo, além da continuidade de outros compromissos assumidos pela gestão Terra do Coração da Gente.

No pacote de ações, estão inaugurações e ordens de serviço relativas ao Programa Urbaniza Irecê, que está beneficiando mais de 100 ruas em todo o município com asfaltamento, construção de passeios e instalação de meios-fios, além de acessibilidade e arborização. Para o prefeito Elmo Vaz, urbanização é uma palavra-chave para a promoção de desenvolvimento no município. “Urbanização não é só asfalto. É asfalto, sinalização, saneamento básico, organização das vias, valorização da comunidade, mais saúde pública, o que é extremamente importante. Tudo isso somado representa um grande avanço para a qualidade de vida das pessoas e o desenvolvimento de Irecê, o nosso principal compromisso com a população”, afirma o prefeito.

A cultura, o esporte e o lazer também serão contemplados de forma estratégica pela Prefeitura. Destacam-se a realização do Festival Cultural Gospel nos dias 30 e 31 de Maio; o encontro nacional de motociclistas ‘Irecê Rota do Sertão’ nos dias 1 e 2 de junho; o Projeto Domingo na Avenida, com diversas atividades esportivas e de lazer; a continuidade do Projeto Forró na Praça às sextas-feiras; a abertura dos festejos juninos nos povoados de Itapicuru e Umbuzeiro; e a finalização do Campeonato Municipal de Futebol Master.

“Estamos atuando em várias frentes simultâneamente, com obras, infraestrutura e também muito esporte, fomento a cultura e lazer para a população. Tudo isso culminando no melhor São João da Bahia, um momento de grande intensidade e muito trabalho para todos nós”, ressalta Elmo.

Ações estratégicas – No pacote de atos previsto pela Prefeitura, está a entrega de equipamentos públicos aguardados pela comunidade, como as inaugurações da Creche do Bairro Silva Pereira, da reforma e ampliação da Escola Tenente Wilson, da reforma do Ginásio de Esportes e da requalificação da Avenida Raimundo Bonfim, que recebeu asfalto CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente) e nivelação de altura para equiparar as duas faixas, o que vai melhorar a drenagem no local.

Completando o ciclo, várias autorizações e ordens de serviço para novas obras estão na agenda governamental. Entre elas, as próximas etapas do Programa Urbaniza Irecê, além da pavimentação da Avenida Mercadão/BA-052 e da continuação da Avenida Adolfo Moitinho, no trecho que liga o Terminal Rodoviário ao campus da Uneb.

Confira a lista completa de atos de inauguração e autorizações de obras:

25 DE MAIO, SEXTA-FEIRA – 18:40h
– Entrega da primeira etapa de 14 ruas inteiramente pavimentadas no bairro Asa Sul e Recanto das Árvores;
– Assinatura da Ordem de Serviço para construção de calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de 14 ruas no bairro Asa
Sul e Recanto das Árvores;
– Evento Cultural ‘Forró na Praça’ com artistas locais na Quadra do Bairro Asa Sul;

26 DE MAIO, SÁBADO – 18:40h
– Entrega da primeira etapa de 12 ruas inteiramente pavimentadas no bairro Copirecê;
– Assinatura da Ordem de Serviço para construção das calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de 12 ruas no bairro Copirecê;
– Evento Cultural ‘Forró no Asfalto’ com artistas locais;

26/27/28 DE MAIO, SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA – 8:00h
– Feira de Saúde: Atendimento gratuito a população carente por equipe de médicos, enfermeiros, odontólogos e assistentes sociais da Fundação José Silveira, na Praça CEUs;

27 DE MAIO, DOMINGO – 18:40h
– Inauguração da Requalificação da Avenida Raimundo Bonfim;
– Lançamento do Projeto Domingo na Avenida com a Caravana do Lazer, envolvendo diversas atividades esportivas e de lazer, em parceria com várias academias;

29 DE MAIO, TERÇA-FEIRA – 07:40h
– Entrega da canalização de esgotos no bairro Ginásio de Esportes (Rua Nossa Senhora dos Passos);

30 DE MAIO, QUARTA-FEIRA – 19:40h
– Abertura do Festival Cultural Gospel, na Praça Clériston Andrade. Show da banda Som e Louvor e artistas locais;

31 DE MAIO, QUINTA-FEIRA (ANIVERSÁRIO DA CIDADE)
– Final do Campeonato Ireceense Master, às 9:30h;
– Encerramento do Festival Cultural Gospel, na Praça Clériston Andrade. Show com Anderson Freire e artistas locais, às 19:40h;

01 e 02 DE JUNHO, SEXTA-FEIRA E SÁBADO – 20:00h
– Encontro Nacional de Motociclistas – Irecê Rota do Sertão. Shows com bandas covers de Raul Seixas, Mamonas Assassinas, Legião Urbana, Flash Back dos anos 80 e 90, banda Os Informais;

02 DE JUNHO, SÁBADO – 18:40h
– Ordem de Serviço da pavimentação com piso intertravado da Rua do Velame, no povoado de Umbuzeiro;
– Abertura dos Festejos Juninos no povoado de Umbuzeiro;

06 DE JUNHO, QUARTA-FEIRA, 7:40h
– Entrega da reforma e ampliação da Escola Tenente Wilson;

07 DE JUNHO, QUINTA-FEIRA, 18:40h
– Final do 8º Campeonato de Futsal do Asa Sul, com a entrega da reforma da quadra poliesportiva do bairro;

09 DE JUNHO, SÁBADO 
– Final da Copa Evangélica de Futsal, às 9:00h;
– Pedalada Ambiental e Seminário Temático ‘Comunidades sustentáveis em aprendizagem’, às 7:00h;
– Forró na Praça (Esquenta do São João), às 18:40h;

11 DE JUNHO, SEGUNDA-FEIRA – 18:40h
– Entrega da primeira etapa de 4 ruas inteiramente pavimentadas no bairro Baixão de Sinésia;
– Assinatura da Ordem de Serviço para construção de calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de 4 ruas no bairro Baixão de Sinésia;
– Evento cultural ‘Forró no Asfalto’ com artistas locais;

12 DE JUNHO, TERÇA-FEIRA – 18:40h
– Entrega da primeira etapa de 12 ruas inteiramente pavimentadas no bairro Paraíso;
– Assinatura da Ordem de Serviço para construção de calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de 12 ruas no bairro Paraíso;
– Evento cultural ‘Forró no Asfalto’ com artistas locais;

13 DE JUNHO, QUARTA-FEIRA – 18:40h
– Assinatura da Ordem de Serviço para pavimentação da Avenida Mercadão até a BA-052 (Concentração na Praça de Alimentação do Mercadão);
– Evento cultural ‘Forró no Mercadão’ com artistas locais;

14 DE JUNHO, QUINTA-FEIRA – 17h
– Assinatura da Ordem de Serviço da pavimentação da Avenida Adolfo Moitinho, que liga o Terminal Rodoviário ao campus da Uneb;
– Assinatura da Ordem de Serviço da drenagem do Loteamento Fernandes;

15 DE JUNHO, SEXTA-FEIRA
– Inauguração da creche do bairro Silva Pereira e pavimentação da rua da creche, às 16h;
– Forró na Praça (Esquenta do São João), às 18:40h;

16 DE JUNHO, SÁBADO – 18:40h
– Entrega de calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de ruas do bairro São Francisco;
– Evento cultural ‘Forró na Praça’ com artistas locais;

18 DE JUNHO, SEGUNDA-FEIRA – 18:40h
– Entrega de calçadas com acessibilidade e toda a sinalização vertical e horizontal de ruas do bairro Vila Nobelino;

19 DE JUNHO, TERÇA-FEIRA – 18:40h
– Entrega de pavimentação da rua Antonio Otaviano Dourado e ruas adjacentes;
– Evento cultural ‘Forró no Asfalto’, com artistas locais;

20 DE JUNHO, QUARTA-FEIRA – 18:40h
– Inauguração da nova Praça do Comércio no distrito de Itapicuru;
– Abertura dos festejos juninos do distrito de Itapicuru;

Introdução a Teoria do Estado Transparente por Juliano Ferreira

Este é um documento wikicolaborativo, desenvolvido exclusivamente através do Facebook, com cópia de segurança em processador de texto Word e Google Doc. O objetivo é discutir em sala de aula os capítulos 8 e 9 do Livro acima citado e produzir aqui um texto reflexivo conforme orientação docente.

A proposta é experimentar aqui a Inteligência Coletiva proposta por Pierre Lévy na prática, cuja reflexão teórica vem sendo desenvolvida desde 1994 quando seu livro L´intelligence collective. Pour une anthropologie du cyberspace foi lançado e cuja tradução em língua portuguesa brasileira foi lançada em 1998.

O livro aqui apresentado é uma tradução em língua portuguesa e atualização realizada pelo professor e pesquisador André Lemos do Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia.

Foi escrito inicialmente pelo professor e pesquisador Pierre Lévy em francês cujo título original é Ciberdémocracie: Essai de Philosophie Politique e publicado em 2002. Lévy é Professor titular do Departamento de Comunicação da Universidade de Ottawa.

No capítulo 8 cujo título é Globalização e Ciberdemocracia Planetária, Lemos e Lévy (2010) fala da globalização política não somente como algo ligado à internet. Eles se preocupam em deixar claro que esta globalização se vincula a um sistema do conjunto midiático contemporâneo, compreendendo mídias de funções massiva e pós massiva (p. 157).

Os autores falam da potência do ciberespaço no que eles chamam de “mobile journalism” e do “citizen journalism” como formas de os cidadão potencializarem suas participações na esfera pública. Nesta globalização da visibilidade, afirmam Lemos e Lévy, é desafio da globalização fazer com que todas as vozes sejam ouvidas e que as liberdades individuais e a vida privada sejam respeitadas.

No que diz respeito a governança democrática, os autores fazem uma crítica ao capitalismo; onde mercadoria, moeda e informação se tornam indissociáveis separando cada vez mais os ricos dos excluídos. Único obstáculo para isto seriam os movimentos sociais ou leis limitadoras.

O desenvolvimento das novas formas de comércio no ciberespaço pede também novas formas de regulação, a liberdade de expressão e a facilidade de informação faz do ciberespaço também o órgão regulador. Uma vez que as leis nacionais deixam de existir nesse espaço.

O ciberespaço como único território efetivamente democrático na sociedade midiática de economia globalizada, um atalho de superação das desigualdades, criando novas formas de organização política, descentralizada e flexível.

Os argumentos são os seguintes:

Desenvolvimento de uma nova esfera pública na internet que possibilita o desenvolvimento autônomo de movimentos políticos e sociais. “As novas ágoras on-line permitem que novos modos de interação e de deliberação política venham à luz”;

Perspectiva de um governo democrático planetário, onde a globalização seja a força motora (lei democrática mundial);

Assim como o mercado as finalidades cívicas ou políticas podem se exercer livremente. O ciberespaço  dá possibilidade de escolher domínios interdependentes:

Consumo: saber o que estamos consumindo, avaliar o impacto do nosso consumo sobre a ótica econômica, social, ecológico ou político. EX: sites de consumo sustentável, direito da criança etc. “Devemos considerar o mercado on-line, como um instrumento de pilotagem, um vasto sistema eleitoral permanente no seio do qual cada compra representa um voto”. (LEMOS E LEVY, 2010, p.166)

Investimento: crescimento considerável de investimentos a longo prazo que obedecem a critérios de responsabilidade social, no mundo interconectado deteriorar o ambienta natural não é nada inteligente.

“Certamente sempre haverá desigualdades, uns serão mais ricos que outros, mas se pode prever que a maioria possuirá partes de grandes empresas, conseqüentemente, o poder de governo da multidão dos pequenos será cada vez mais determinante, para a elaboração da política das multinacionais, e isso em um contexto em que cada dia a informação e a discussão on-line se aperfeiçoarão”, Pag. 169.

LEMOS, A.; LEVY, P. O Futuro da Internet. Em direção a uma ciberdemocracia planetária. São Paulo: Paulus, 2010.

Semana de Luta Antimanicomial é promovida pelo Caps Dias Melhores em Irecê

Por Ascom PMI

Na quarta-feira (16), a Semana da Luta Antimanicomial contará com dinâmicas, apresentações de capoeira e jogos, a partir das 9h na Praça Chico Mendes.

Valorizando a Saúde e a luta pelos direitos das pessoas com sofrimento mental, a Prefeitura de Irecê promove, de 14 a 18 de maio, a Semana da Luta Antimanicomial com o tema “Nem um passo atrás”. A iniciativa acontece com atividades internas voltadas aos usuários, e também com ações abertas a toda a comunidade, realizada pelo Caps Dias Melhores, por meio da Secretaria de Saúde.

Na quarta-feira (16), a Semana da Luta Antimonicomial contará com dinâmicas, apresentações de capoeira e jogos, a partir das 9h na Praça Chico Mendes. Já na quinta-feira (17), a ação tem como mote um ciclo de debates, que acontece na sede do Caps, as 8h30, contando com as presenças do mestre em Psicologia Cognitiva, Rodrigo Damasceno, da apoiadora institucional de Saúde Mental da 21° Dires, Marlúcia Rocha, da psicoterapeuta Janaina Rocha e do médico psiquiatra, Carlos Camacho, entre outros. E para finalizar a Semana da luta Antimanicomial, na sexta-feira (18), a Prefeitura promove em parceria com a FAI (Faculdade de Irecê), na Praça da Prefeitura às 9h, uma exposição, além de muita música.